Analista de Sistema – São Caetano – SP

EXPERIÊNCIA:
Conhecimento de Padrões Tecnológicos de mercado para coleta de informações, dados e integração
Conhecimento gerais de Ferramentas de desenvolvimento e implementação de soluções de TI
Conhecimento de metodologia de desenvolvimento de sistemas e controle de projetos
Conhecimento gerais de SOA (Service Oriented Archicteture)
Conhecimento gerais PMBok, CMMI e ITIL Java, Cobol e/ ou Visual Age, ErWin, DB2 e/ou SQL Server / Oracle Diagramação UML (sequencia, atividades, caso de uso), escrita de casos de uso e especificações técnicas Modelagem de dados física e lógica utilizando o ErWin

TEMPO DE CONTRATO: Indeterminado

HORÁRIO: Comercial

FORMAÇÃO ACADÊMICA: Superior Completo

OBSERVAÇÕES: Formação superior em tecnologia da informação ou engenharia de software Experiência comprovada com analise de sistemas, modelagem de dados, especificação de casos uso e especificações técnicas

Enviar e-mail com currículo e pretensão salarial para leticia.rodrigues@mazza.tech

How To Get a Job In Digital Marketing

https://marketcampus.com – Wondering what you can do to land a job in digital marketing? Brandon Hassler explains some tips of how to beef up your resume and standout among the other applicants.

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What Is Market Campus?
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Market Campus is a collection of digital marketing courses designed for startups. We cut through the fluff and get right to what actually works and how you can get quick growth to your company without having to spend a fortune.

LEARN MORE: https://marketcampus.com/

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Growth Hacking: Atraia mais clientes com menos recursos com Fábio Póvoa

O alvo é só um: crescer. Saiba técnicas pensando fora da caixa e de baixo custo para atrair e fidelizar seus clientes e crescer mais rápido com Growth Hacking nessa mentoria online com Fábio Póvoa, da Movile.

Operador condicional [?:] if else conciso

O operador condicional [?] avalia uma expressão booleana e retorna um dentre dois valores.

O formato para trabalhar com esse operador é o seguinte:

condição ? primeira_expressão : segunda_expressão

Se a condição for verdadeira, a primeira expressão é avaliada e se torna o resultado, se falsa, a segunda expressão é avaliada e se torna o resultado. Apenas uma das duas expressões é sempre avaliada.

Abaixo temos um exemplo mostra como podemos usar o operador para reduzir a quantidade de código escrita:

if normal

if retraido

A seguir um exemplo que verifica se uma variável é null

Ex:
Valor == null ? ValorSeForNull : ValorSeNaoForNulll;

Como NÃO desistir de ser analista programador

Eu sei! Você está passando por poucas e boas e está quase desistindo (se ainda não desistiu) de ser um programador.

As estatísticas apontam que em média 70% das pessoas desistem nos primeiros anos de faculdade. É difícil aprender, não tem emprego descente, não tem qualidade de vida, … E por aí vai!

Neste vídeo eu falo como NÃO desistir. As ferramentas que você pode usar para conseguir motivação suficiente e achar o seu propósito maior (conto qual é o meu) para vencer essas barreiras.

Entrevistando um Analista Desenvolvedor de Sistemas

Aquela gostosa sensação de estudar quatro anos pra uma carreira que sua família nunca vai entender exatamente o que faz. A parte ruim é que você é conhecido como “menino que mexe com o computador” e geralmente vão achar que o teu lance é instalar impressora. A parte boa é que você vai entender todas as piadas desse vídeo. Eu acho.

Todo o conteúdo deste video é genuinamente idiota.

Profissões: Desenvolvedor de sistemas

O desenvolvedor de sistemas ou programador trabalha com a criação de softwares, aplicativos e monitora redes e sistema digitais. É uma profissão em crescimento e atrai os jovens que gostam de computação.
Na edição Profissões: desenvolvedor de sistemas, Victor Canô conta como conseguiu abrir a própria empresa a partir do trabalho de programação. Hoje ele lidera uma equipe de programadores na criação de anúncios online para o mercado corporativo.

Assista a UNIVESP TV ao vivo, e veja nossa programação completa em http://univesptv.cmais.com.br

Testando sua senha

Você considera sua senha segura?

Clicando aqui você pode testar a força da sua senha, ou seja, quanto tempo levaria até que um computador pudesse decifrá-la. O teste, disponibilizado pela Kaspersky, fabricante de Antivírus, calcula quanto tempo levaria até que um computador pudesse decifrá-la através de um Ataque de Força Bruta (Brute Force).

Kaspersky teste de senha
Kaspersky teste de senha

Além disso, a Kaspersky fornece um comparativo de quanto tempo levaria com o uso, desde um computador doméstico, até um super computador.

Uma pesquisa realizada pela empresa de segurança digital Keeper revelou as senhas mais usadas em 2016. O estudo levou em consideração 10 milhões de combinações vazadas em violações de dados e descobriu que as mais populares incluem variações de “123456” e palavras como “qwerty” ou “password”, por exemplo. Ainda segundo o levantamento, quatro das 10 senhas mais utilizadas em 2016 possuem menos de seis caracteres.

Conforme a pesquisa, estes tipos de senhas podem ser facilmente descobertos. Senhas sequenciais de seis caracteres podem ser descobertas em questões de segundos por softwares de cracking. O mesmo vale para os aleatórios, como “18atcskd2w”.

Abaixo, confira a lista completa das senhas mais comuns em 2016 e veja se a sua está entre elas. Se estiver, já sabe: hora de trocar a palavra-chave.

123456
123456789
qwerty
12345678
111111
1234567890
1234567
password
123123
987654321
qwertyuiop
mynoob
123321
666666
18atcskd2w
7777777
1q2w3e4r
654321
555555
3rjs1la7qe
google
1q2w3e4r5t
123qwe
zxcvbnm
1q2w3e

Growth Hacking: pensando fora da caixa para acelerar sua empresa

O Growth Hacking é novo aqui no Brasil, mas já é muito comum fora do país. Ele é aplicado por grandes startups do Vale do Silício, o famoso pólo tecnológico nos Estados Unidos, referência mundial em inovação. Mas afinal, o que é o Growth Hacking?

A melhor maneira para entender o que é esta nova posição nas empresas é redefinir o que é um hacker. O termo sempre foi conhecido por estar relacionado a crimes virtuais. Ao contrário dessa crença, o hacker é aquele indivíduo com uma dedicação além do comum em busca do conhecimento. Aquele cara que não sossega enquanto não entender toda e qualquer parte do que se propôs. Cada mínimo detalhe. Seja sistemas, hardwares, ou neste caso especifico, vendas.

Neste contexto, o Growth (do inglês, crescimento) Hacker é um profissional cujo objetivo é fazer crescer o número de usuários de um produto ou serviço. Ou seja, através de uma metodologia testável e escalável, o Growth Hacker alavanca as métricas de conversão.

Growth Hacking x Marketing

Você deve estar se questionando se não estamos falando de um profissional de marketing, certo? Não, não estamos. Enquanto muitas pessoas consideram que o crescimento do número de usuários seja uma função de marketing, encontramos exemplos de produtos que aumentaram as vendas de outras formas.

Há muitas decisões responsáveis pelo crescimento do número de usuário de um determinado produto ou serviço. Por isso, o Growth Hacker tem um papel multifuncional englobando não apenas o marketing, mas o produto, as operações empresariais, finanças e até mesmo os recursos humanos.

A ideia é que a cada decisão que a sua empresa faça o Growth Hacker aborde a seguinte questão: Qual será o impacto desta escolha para o crescimento do seu negócio ou dos consumidores?

Você pode ser um Growth Hacker?

Você teria capacidade de assumir a responsabilidade pelo crescimento de uma unidade de negócios? O Growth Hacker tem como objetivo imediato conectar o seu mercado-alvo com o produto ou serviço do seu negócio. O profissional deve ter a criatividade para descobrir maneiras únicas de condução do crescimento, além de testar e evoluir as técnicas já comprovadas por outras empresas.

Um Growth Hacker também precisa ser disciplinado para seguir um processo de priorização de idéias, testando-as, além de ser analítico o suficiente para saber definir os mecanismos que apresentaram resultados positivos para serem mantidos, repetidos e escaláveis, visando o crescimento do negócio.

A característica essencial de um Growth hacker é a criatividade. Sua mente é a melhor ferramenta de trabalho. Este profissional vai além de estratégias de Adwords ou SEO para a distribuição da informação. Canais tradicionais de marketing, muitas vezes geram um alto custo por aquisição e baixo valor pelo tempo que duram, devido à alta saturação. Em uma época de usuários sociais, a estratégia de crescimento vem do ajuste de um produto ao mercado, elevando as escalas virais pela experiência do consumidor.

Algumas ferramentas utilizadas por um Growth Hacker

  1. Aquisições Virais: Através do compartilhamento de conteúdo dos usuários existentes para os novos;
  2. Aquisições Pagas: Com estratégias de SEM (search engine marketing), Links patrocinados (Google Adwords, Facebook Ads), anúncios na TV, celulares, rádios, marketing de afiliados, dentre outros;
  3. Marketing de Conteúdo (Content Marketing): Através de posts em blogs, infográficos e vídeos virais, aumentam a visibilidade da marca e o tráfego para o site, convertendo visitantes em consumidores;
  4. E-mail Marketing: Estratégia de relacionamento utilizada para conversão de novos consumidores e motivação para gastarem mais com o seu negócio;
  5. SEO (otimização em sites de buscas): Efetivamente utilizado para construir uma infraestrutura escalável aplicáveis a inúmeras páginas, ao invés da seleção tradicional de uma pequena quantidade de palavras-chave.

Em suma, o Growth Hacking é a interseção entre o marketing e o desenvolvimento do produto, fazendo mais com menos. As estratégias são articuladas desde o desenvolvimento do produto e, por isto, levando uma experiência mais agradável ao consumidor que, por sua vez, atrai novos usuários ao viralizá-la.

Agora que você já conheceu o cargo que tem feito a diferença no Vale do Silício é hora de começar a pensar a ser um ou ter um Growth Hacker na sua empresa!

Marketing de conteúdo e web semântica

Socializar. Compartilhar. Conversar. Interagir. Neste mundo cada vez mais conectado, o marketing conjuga estes verbos constantemente para criar uma relação de confiança e valor entre instituições e pessoas, disponibilizando conteúdo adequado e relevante a cada contexto imaginado.

Este conteúdo se apresenta na forma de recursos cada vez mais variados, em distintos formatos, e em diferentes contextos disponibilizados na web. Marketing de conteúdo busca flexibilidade para adicionar novos recursos, para mapear ligações e mudanças entre os recursos, para refletir os diferentes contextos do negócio, para garantir integração entre canais, para deixar os recursos com dados inteligentes – smart data, e para entender e medir o engajamento do cliente.

Web semântica, ou web de dados, promove a interoperabilidade semântica entre estes recursos com uma linguagem e regras gramaticais bem definidas, processável e compreensível tanto por humanos, como por agentes de software.

Um conteúdo relevante presente nos recursos, como textos sobre produto ou serviços, vídeo, imagens, infográficos, e-books, avaliações de clientes, informação técnica, entre outros, precisa, então, disponibilizar uma estrutura semântica para ser automaticamente localizado, reutilizável e adaptado aos diversos canais como redes sociais e e-mail marketing.

Inicialmente, três grandes passos podem ser adotados. O primeiro passo é a construção da taxonomia envolvida ao contexto no qual os recursos estão inseridos e, assim, compartilhar vocabulário expresso nos diversos canais. Ferramentas como Google Keyword Planner, Squirrly e Keywordtool.io podem auxiliar nesta construção.

Já o significado aparece em metadados ou em anotações semânticas. Os metadados devem ser inseridos nos próprios recursos que descrevem ou serem armazenados em repositórios, na forma de anotações. Anotação semântica identifica, formalmente, conceitos e relações entre conceitos presentes nos recursos Web. Por exemplo, em páginas HTML (Hyper Text Markup Language) é possível inserir metadados através de marcações não visíveis na exibição da página pelo navegador. Os padrões associados são RDFa (Resource Description Framework in atributes), microdata, JSON-LD (JavaScript Object Notation para Linked Data) e OWL (Web Ontology Language). Já para armazenamento, surge como exemplo o banco de dados virtuoso e a linguagem para consulta SPARQL.

Anotador e consumidores da anotação devem compartilhar o mesmo significado e interpretação. Para ist, deve ser providenciada a referência a um ou mais vocabulários controlados – acordos sobre os dados transportados para organizar os conceitos e promover o desenvolvimento de ferramentas que os representam.

O segundo passo é anotar semanticamente os recursos com vocabulários controlados.

O site Linked Open Vocabularies – LOV apresenta 563 vocabulários separados por categorias como biologia, pessoas e multimedia, e interações entre eles. Alguns vocabulários em destaque são Dcterms (DCMI Metadata Terms), Dce (Dublin Core Metadata element set), Foaf (Friend of a Friend), Skos (Simple Knowledge Organization System) e o Geo (WGS84 Geo Positioning). Google e Yahoo criaram o Schema.org, atualmente adotado por muitas empresas, entre elas, Microsoft, Pinterest, Yandex.

Motores de busca, ao utilizarem estes metadados proporcionam consultas mais precisas, envolvendo não somente palavras-chave (taxonomia), mas propriedades (metadados), como autor, formato, datas diversas e outros, e o propósito como o contexto no qual o recurso se insere, sua qualidade, suas condições de uso, suas estratégias de preservação, e assim por diante.

O grande exemplo é o Google, onde os dados estruturados são conhecidos como rich snippets e rich cards – associados ao vocabulário controlado schema.org. Mais de 200 fatores são considerados nas suas buscas visualizados em rich results – dados presentes nos rich cards – e knowledge graph cards – dados agregados de uma variedade de informações relevantes e confiáveis sobre entidades como pessoas, locais e organizações.

O terceiro passo é construir uma rede de dados com a ligação entre os diferentes recursos internos e externos de tal forma a enriquecer o conteúdo do recurso disponibilizado. Linked Data é o conjunto de boas práticas para publicar e conectar conjuntos de dados estruturados na Web. Seus princípios básicos são usar URIs como nomes para recursos; usar HTTP URIs de forma que as pessoas possam procurar por estes nomes; quando alguém procurar por uma URI, fornecer informações úteis, usando os padrões (RDF*, SPARQL); e incluir links para outras URIs para que as pessoas possam descobrir mais coisas sobre o conteúdo.

Entre as ações de marketing digital associadas ao marketing de conteúdo, destaca-se o SEO (Search Engine Optimization) para promover os recursos existentes no site perante os motores de busca, e o Digital Data Management para publicar, acompanhar e monitorar analiticamente os dados presentes nos recursos.

O resultado destes passos são páginas interpretadas automaticamente pelos agentes ou serviços web semânticos, principalmente, para criar uma experiência relevante para o usuário, para realizar uma comunicação com os assistentes pessoais ou com os motores de busca de tal forma que eles possam recomendar seu conteúdo em suas pesquisas. Enfim, para conjugar os verbos do mundo digital.

Por Regina Cantele para o iMasters